Cabelereira africana discrimina os clientes brancos

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A luta contra o racismo e a discriminação não conhece limites ou fronteiras. Em todo o mundo, por centenas de anos, lutamos para que os mesmos direitos humanos sejam reconhecidos para todos os indivíduos, independentemente de raça, cor da pele, sexo ou religião. Um empenho sincero e unânime, que, ainda hoje acha na estrada mais de uma resistência: é um fato sob o olhar de todos que em 2015, o racismo ainda existe.

Não só a hostilidade entre as maiorias contra minorias étnicas, como na representação clássica das pessoas brancas que colocam em um gueto os negros. Mas, no mundo, também acontece o contrário. Também a Europa, na Itália, na cidade de Pádua, descobrimos que o racismo mudou de pele: as comunidades negras penalizam e afastam aquelas brancas. Uma cabeleireira africana que trabalha na cidade italiana, de acordo com numerosos relatos, teria cobrado preços diferentes dependendo da raça do cliente, aumentando os custos da prestação para os serviços aos brancos.

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